terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A Escola Rogelma está bem na Foto!

É isso mesmo galera, a Escola Rogelma está com a corda toda, e não é para menos, a galera que estuda lá é o "bicho". Nós começamos os trabalhos no 9º ano do ensino fundamental, o assunto é "Fotografia". Fotografar é exercitar o olhar, apreender e prever o belo, congelar o fugaz, sublimar o instante. Fotografia, nesse sentido, é Arte.


Esta incrível imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso de fotos deste ano da National Geographic.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/12/131222_galeria_natgeo_dg.shtml

A turma parece que etá animada, nosso "fera" Frederico já enviou a sua foto e a pesquisa do trabalho que passei hoje. Parabéns Frederico, você é uma pessoa incrível e especial.





Fotógrafo: Edward Curtis
Enquadramento: Big close-up (Primeiríssimo plano)

Essa foto mostra um índio, com uma aparência triste, ou cansado. O fotógrafo usa cores mais neutras para retratar esse personagem. 

Sobre o fotógrafo: No início de 1900 um fotógrafo chamado Edward Curtis teve uma grande ideia: capturar um filme dos últimos remanescentes tribais de índios americanas, antes de desaparecer completamente. 
Apoiado pelo presidente Theodore Roosevelt, o Curtis passou as últimas três décadas nos Estados Unidos documentando os costumes de mais de 80 tribos.  Em última análise, Curtis levou mais de 40 mil fotografias, preservado 10.000 gravações de áudio.  


Agora, que tal se você aprendesse alguns truques para que as próximas fotografias ficassem com um aspecto profissional? Ha ha! então dá uma lida nessa matéria:

8 técnicas fotográficas para capturar imagens profissionais


É verdade que um dos principais atributos que um bom fotógrafo precisa ter é o olhar apurado, porém isso não é tudo. É preciso estudar um pouco a teoria para conhecer e poder usar vários efeitos e técnicas que tornam as fotografias mais bonitas e profissionais.
Nós já falamos um pouco aqui sobre alguns truques de edição para quem deseja fazer uma pós-produção e deixar uma fotografia com uma aparência mais profissional. Porém, existem técnicas que o fotógrafo precisa saber antes de tirar a foto, para que ele possa aplicar os seus conhecimentos no momento do disparo. Veja nesta seleção alguns desses efeitos e saiba como obtê-los com a sua câmera.

Bokeh




O efeito do Bokeh é bastante visível quando existem pequenas fontes de luz no fundo desfocado (Fonte da imagem: Bryan Matthew/Jessica Lee)

A palavra “Bokeh” vem do termo original “Boke”, que, em japonês, tem um significado próximo a “desfoque”. Esse efeito possui uma definição bastante ampla e é facilmente reconhecível, porém muitas vezes ele é confundido com a fotografia macro. Apesar de serem efeitos quase que complementares, eles não são exatamente a mesma técnica.
O Bokeh é reconhecido principalmente pelo desfoque em forma de disco que é ocasionado pelas luzes ou áreas ao fundo da imagem, parecendo bolinhas, na maior parte dos casos. Alguns fotógrafos colocam filtros na frente da lente com formatos especiais, como uma estrela ou coração, para que os desfoques do Bokeh fiquem com essa forma.



Máscaras na frente da lente ajudam a criar formas diferentes para o Bokeh (Fonte da imagem: Leo Fung)

Para conseguir uma imagem com Bokeh é preciso diminuir a profundidade de campo aumentando ao máximo a abertura da lente, como se faz em uma fotografia macro. É necessário desfocar as fontes de luz do fundo para que elas se transformem nas simpáticas bolinhas na sua imagem.
É possível conseguir o efeito de Bokeh em áreas escuras, porém se o fundo for muito “chapado”, com formas muito grandes e sem detalhes, tudo o que se consegue é uma boa fotografia macro mesmo. O efeito do Bokeh é conseguido pela distorção dos detalhes e pequenas fontes de luz no fundo da imagem.

Lens Flare



Lens Flare são esses "anéis" coloridos e distorções ocasionados pelo ângulo de entrada da luz na lente (Fonte da imagem: Flickr/Jordan)

Nós já mencionamos o Lens Flare por aqui rapidamente, mas vale a pena falar mais uma vez. Ele nasceu como uma imperfeição, porém acabou caindo nas graças dos fotógrafos e hoje é usado de propósito como um efeito estético na fotografia.
O Lens Flare nada mais é do que uma distorção do raio de luz quando ele entra diretamente pela lente – porém pelas bordas, não exatamente pelo centro. Por exemplo, quando você aponta a câmera para o céu e o sol está causando um reflexo nas laterais da fotografia ou ainda na borda de algum elemento da paisagem. Isso acontece bastante em fotografias do pôr do sol, já que nesse horário o astro está iluminando diretamente a lente em um ângulo favorável.

Golden Hour




Fotografe retratos nesses horários e obtenha lindos resultados (Fonte da imagem: Aubry Rose Aragon)

Não é só o Lens Flare que aparece melhor (e mais naturalmente) no pôr ou no nascer do sol – esses horários são os “queridinhos” dos fotógrafos. Eles são chamados de “Golden Hour”, ou “A Hora de Ouro” no inglês, e são perfeitos para fotografias de retrato ao ar livre.
O que favorece a estética da fotografia nesses horários é a angulação do sol, que está iluminando diretamente os elementos da foto em um ângulo de frente, e não muito inclinado. A iluminação é mais suave e as sombras são menos “duras” (veja neste artigo o que é luz dura e suave), porém toda a cena é iluminada, causando um efeito dramático interessante.



O brilho do sol dá um ar poético e doce para a cena (Fonte da imagem: Melissa Emiko)

Em alguns casos, o reflexo do sol encobre os elementos da foto criando um filtro natural que parece deixar a foto com menos contraste, sendo esse também um tipo de lens flare. A Hora de Ouro é ótima para fotos de casais e imagens poéticas.
É preciso ser rápido ao fotografar nessas horas do dia, já que essa condição de luz vai embora muito rapidamente: aproximadamente meia hora de manhã e meia hora à tarde. Este site possui uma tabela com esses horários certos, basta dizer a sua cidade e o mês desejado.



O ar ao fundo parece iluminado pelos raios solares (Fonte da imagem: Callum Baker)

Regra dos terços e Proporção Áurea


Nós já falamos bastante aqui sobre a regra dos terços, uma sugestão para a disposição dos elementos em uma foto, de forma que eles fiquem mais bem distribuídos. Para isso, é preciso dividir a tela mentalmente em nove partes e tentar enquadrar o elemento principal em um dos quatro pontos centrais, conforme a imagem a seguir:



Observe como os elementos estão dispostos com base na grade da regra dos terços (Fonte da imagem: Moondigger)

Estudos indicam que, quando olhamos para uma imagem, esses pontos (principalmente o de baixo na esquerda e o de cima na direita) são aqueles em que nós prestamos atenção inicialmente, sendo que essa disposição valoriza a fotografia e o que é fotografado.
Porém, essa não é a única regra para a disposição dos elementos na fotografia. Se você quiser ir um pouco além, pode adotar a Proporção Áurea (muitas vezes chamada de “Retângulo de Ouro”, apesar de não serem exatamente sinônimos) nas suas imagens. A sua origem é matemática e muito antiga, mas o que interessa para o fotógrafo é conhecer a disposição desse retângulo.



O retângulo de ouro serve como um guia para o alinhamento dos elementos da foto (Fonte da imagem: John Guarino)

Essa proporção forma um retângulo com uma espiral perfeita, sendo que isso está bastante presente na natureza e torna a fotografia mais agradável aos olhos. Procure enquadrar o centro da imagem no centro da espiral, fazendo com que o resto pareça estar seguindo essa linha imaginária de maneira suave.
Nem sempre isso é possível, porém os resultados são agradáveis ao olhar e tornam a foto mais bonita. Use um programa de edição posterior para cortar a foto na proporção correta, já que o Retângulo de Ouro possui o tamanho um pouco diferente do que as fotografias normais das câmeras fotográficas.

Panning


Esse é um efeito interessante e, apesar de ser difícil no começo, pode ser feito por qualquer pessoa com uma câmera e muita paciência. O Panning acontece quando o fotógrafo registra um objeto em movimento, mas faz com que ele pareça imóvel e a sensação de velocidade venha do fundo em “movimento”.



Treine o panning para conseguir acompanhar o objeto em movimento perfeitamente (Fonte da imagem: Santita Putri)

Para que isso aconteça, é preciso mover a câmera na mesma velocidade e direção do que o objeto em movimento, acompanhando a sua trajetória. O obturador precisa ficar aberto tempo o suficiente para pegar o movimento, porém não muito a ponto de deixar toda a imagem borrada e tremida – geralmente um segundo (ou um pouco menos) é suficiente.
Para conseguir uma fotografia perfeita é preciso muito treino, já que isso requer que você mexa a câmera exatamente na mesma velocidade aparente do objeto fotografado. Porém, “pannings parciais” (quando o objeto está quase completamente focado, com algumas pequenas distorções) também têm a sua beleza

Longa Exposição




Dominando a longa exposição é possível fotografar estrelas de maneira belíssima! (Fonte da imagem: Ben Canales)

Dominar o uso da longa exposição pode levar muito tempo, porém é uma das técnicas que mais possuem aplicações práticas dentro da fotografia. Imagens do céulightpaintingsfotografias noturnas e muito mais, tudo isso é possível deixando o obturador aberto por mais tempo do que o usual.
Nós já ensinamos como criar desenhos utilizando a luz com a técnica do lightpainting neste artigo, e aqui você pode ver como é bem mais fácil do que parece fotografar estrelas (e o seu movimento) no céu, mas não é só isso que a longa exposição pode fazer. Você pode criar cenários fantasmagóricos em cidades, fazer com que o mar se torne uma grande colcha de algodão e não para por aí.



Com a longa exposição é possível deixar o mar com um aspecto fantasmagórico (Fonte da imagem: Tony Armstrong)

Para fotografar com pouca luz usando a longa exposição é preciso de um tripé ou apoio firme, além de uma câmera com ajustes manuais de diafragma e exposição. Câmeras automáticas conseguem alguns bons resultados, porém com mais limitações.

Contraluz


O efeito de contraluz nada mais é do que quando o objeto a ser fotografado é colocado entre a câmera e a fonte de luz, fazendo com que a iluminação fique na parte de trás do elemento e não na frente, como o usual. Isso faz com que o fundo fique mais claro e produz lindas imagens de silhuetas.
Já falamos aqui sobre como fotografar silhuetas; você pode ler neste artigo. O resultado do uso do contraluz é uma imagem com muito contraste entre a parte clara e a escura, já que a lente não consegue balancear a iluminação tão bem quanto os nossos olhos.



O contraluz resulta, em grande parte dos casos, em fotografias de silhueta (Fonte da imagem: Ana Nemes)

O outro uso desse efeito é mais brando e é muito usado para fotografar retratos. Trata-se de uma luz contrária mais suave e, geralmente, com uma angulação indireta, causando um brilho leve, apenas servindo como uma “borda” que destaca a pessoa do fundo.
Esse tipo de contraluz pode ser feito de maneira artificial, com o uso de uma luz traseira posicionada acima da pessoa ou objeto, ou pode ser natural, usando a luz solar e uma barreira natural que ajude a produzir sombra, como árvores, nuvens ou uma parede. Utilize a Hora de Ouro para conseguir efeitos interessantes com o contraluz.



O contraluz nesse caso foi usado como um efeito de destaque das pessoas em relação ao fundo (Fonte da imagem: Flickr/Shan.in.W)

Esses são apenas alguns exemplos do uso de técnicas na fotografia e não precisam ser seguidos à risca. O importante é conhecer a teoria e as regras, para então poder quebrá-las e experimentar novos efeitos, sabendo como obter o visual que se deseja.



sábado, 15 de fevereiro de 2014

Olha o Boi galera!!!

Iniciamos os nossos trabalhos no 6º ano com o Folclore, o destaque foi para a lenda do "Bumba meu boi". Conceituamos o que é Folclore: Folclore é o conjunto de tradições culturais, praticadas pelo povo e repassadas ao longo dos anos uns para os outros.


Depois de lermos a lenda, que também é uma dança folclórica nacional, trabalhamos com as cores no exercício de pintura. Como  vocês podem ver a galerinha mandou muito bem. Todos estão de parabéns!






terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

30 anos de Podres Poderes - Caetano Veloso

Há trinta ano atrás Caetano, como sempre, muito inspirado fez essa música que ainda soa atual. Como ele mesmo diz: "Será que esta minha estúpida retórica terá que soar terá que se ouvir por mais mil anos..." Naquela época o fusca era carro...


 Podres Poderes

Caetano Veloso

Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Motos e fuscas avançam
Os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais...

Queria querer gritar
Setecentas mil vezes
Como são lindos
Como são lindos os burgueses
E os japoneses
Mas tudo é muito mais...

Será que nunca faremos
Senão confirmar
A incompetência
Da América católica
Que sempre precisará
De ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que esta
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais mil anos...

Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Índios e padres e bichas
Negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnaval...

Queria querer cantar
Afinado com eles
Silenciar em respeito
Ao seu transe num êxtase
Ser indecente
Mas tudo é muito mau...

Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...

Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais...

Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais...

Será que nunca faremos
Senão confirmar
Na incompetência
Da América católica
Que sempre precisará
De ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que essa
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais zil anos...

Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais...

Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...

Enquanto os homens
Exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo...

Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!


E você? O que acha?

240 mil acessos!!!


Valeu galera, é "noix"

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Começando pelo começo...

Início de ano letivo, o corpo reclama do horário, a jornada é dura, duas ou três escolas no mesmo dia e seguimos na educação. Seguimos adiante, começamos o ano discutindo e tentando definir o que é Arte no início do 3º milênio.

Arte, diferente do artesanato, tem uma função? Mas... se a arte não pode ter uma função, ela não acaba de ter uma? A função de não ter função? Bom, ninguém precisa ficar maluco para responder uma pergunta como essa, vamos ver uma imagem:


Fiz essa foto na semana passada, o que você vê? 
Você pode responder assim: "Ora ora, são dois cavaletes, só isso!"

Dois cavaletes, um sobre o outro. Aqui ambos perderam a função, não sustentam nada plano e muito menos estão obstruindo a passagem por conta de uma obra. São objetos comuns numa situação inusitada. Imagine um título, imagine que poderia ter uma placa abaixo dos dois cavaletes com a seguinte frase: "E assim caminha a humanidade". O que você poderia entender? E agora? 

Arte é isso ai, ela está na maneira de se ver o mundo, e se você vê o mundo sempre da mesma maneira nunca conseguirá entender o conceito.

O ano começa promissor, novos horizontes se abrem para todos e os que estão ligados e antenados nas mudanças não vão perder o bonde da Arte. Novas janelas permitem um novo olhar, novas janelas exibem o mundo de maneira diferente, novas janelas estão aberta bem aqui, no Carmo.


E nesse eterno recomeço uma boa surpresa! Estar lecionando nas turmas do 6º ano nas escolas da cidade é um presente, eles são incríveis e surpreendentes. Destaque da semana passada, João Vitor Leal Machareth, terminou o exercício em tempo recorde. Parabéns!







terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Código de Ética para o Magistério

Como seria o código de ética dos professores? Infelizmente não existe um, e um dos resultados dessa carência é a falta de união dos profissionais, nossas reivindicações não são levadas a sério, nossa profissão também não... Muitos que não possuem a formação esperada para trabalhar nas unidades educacionais acabam interferindo no trabalho pedagógico dando pitacos e falando daquilo que não possuem pré-requisito.

Levando o tema para dentro das unidades escolares, o que acontece ainda é pior, muitos professores passam "aperto" quando vão lecionar em uma outra região. Isso acontece porque os valores morais, éticos e culturais nem sempre são os mesmos. Até mesmo o conceito do que é Arte pode estar "totalmente" equivocado, produzindo uma ideia errada sobre uma disciplina cada vez mais importante e que exige do docente formação continuada.

Outro problema são as famosas GLP´s. Muitos docentes complementam o seu salário ministrando aulas em disciplinas que não possuem formação adequada, e os professores que possuem a formação nem ficam sabendo que as !tais! aulas existem. Eu quero uma GLP!!!

Os alunos também ficam confusos com a falta de Ética nas escolas, alguns professores são tolerantes, outros verdadeiros carrascos. Algumas escolas permitem que os alunos cheguem atrasados, outras adotam punições severas do tipo: esperar o professor sair, ainda que ele tenha dois tempos!

E quando o professor se torna amigo dos alunos? Ai a cosa fique perigosa, de um lado > o professor que precisa conquistar a simpatia dos alunos, e do outro > adolescentes imaturos que as vezes confundem as coisas. A bomba relógio foi acionada! Não vai demorar muito a direção vai receber ligações e denúncias anônimas (muito comuns em cidades com baixa renda e escolaridade, as vezes as duas características estão presentes) contra esse professor que procura ser amigo dos alunos.


O trailer do filme que coloquei acima ilustra muito bem o que pode acontecer com um professor, no filme ele é alvo de mentiras e calúnias. Vale a pena assistir.

Fiz uma breve pesquisa na internet e compartilho o texto:

O código de ética é um documento que busca expor os princípios e a missão de uma determinada profissão ou empresa.  Seu conteúdo deve ser pensado para atender às necessidades que aquela categoria serve e representa.

 Eles são feitos para enfatizar os valores que devem ser praticados pelos profissionais e instituições. Pode-se falar também em código deontológico. A deontologia é a ciência que estuda os deveres e obrigações a partir da ótica moral e ética.

Desta forma, cada profissional tem um conjunto de regras estabelecidas por suas confederações profissionais, que detalham as responsabilidades, direitos e formas de punição caso haja irregularidades.

O conselho de ética é o responsável por definir o conteúdo dos códigos de ética. Formado por profissionais conceituados, geralmente escolhidos pela classe profissional a qual representam, seus cargos são honoríficos e tem a responsabilidade ética legal sobre os assuntos dessa categoria. Esses conselhos são como tribunais, possuem funções legais sobre registros e julgamentos baseados nas regulamentações dos códigos. 

Os principais objetivos de um código de ética:


  • Especificar os princípios de uma certa instituição e/ou profissão diante da sociedade;

  • Documentar os direitos e deveres do profissional;

  • Dar os limites das relações que o profissional deve ter com colegas e clientes/pacientes;

  • Explicar a importância de manter o sigilo profissional (essencial em muitos casos);

  • Defender o respeito aos direitos humanos nas pesquisas científicas e na relação cotidiana;

  • Delimitar e especificar o uso de publicidade em cada área;

  • Falar sobre a remuneração e os direitos trabalhistas.

fonte: clique aqui

Enquanto o código não chega, o jeito é ficar em silêncio, só observando e aprendendo os valores culturais, morais e éticos da região onde lecionamos. Que Deus nos proteja!