domingo, 25 de março de 2012

Kandinsky - mais cor e menos desenho

Abordamos os elementos visuais no 6º ano, como por exemplo a linha, o ponto a forma etc. E para fixar o conteúdo nada como criar, isso mesmo, criar é o grande barato nas aulas de arte. Quem aprende a criar vai construir o hábito de resolver as suas questões com mais facilidade. O ato criativo é exatamante isso, ele representa a solução para um problema. Não acredita? Então leia mais sobre criatividade:

http://internativa.com.br/artigo_criatividade_01.html
http://www.dicasprofissionais.com.br/editorial2.asp?id=34

Agora que você viu que criar é o ogrande barato, que tal dar uma olhadinha na criatividade dos nossos alunos?







Kandinsky adoraria ver essa exposição. Não conhece esse cara? Qual é!
Está na hora de saber um pouco sobre esse fera, segue o link abaixo:

Veja o vídeo também, muito legal. Isso é Arte, ou como diria ele, o "espiritual na arte".


Cinema na escola

Trabalhar com filmes na escola é uma boa opção para alternar o ritmo e a dinâmica nas nossas aulas. Filmes com "Malena" são ótimos para trabalhar temas inter disciplinares.  O filme se passa na Itália da segunda guerra mundial, a história é narrada por um adolescente que atravessa a fase "difícil" e se apaixona pela mulher mais bonita da cidade, que sofre com a sua beleza. Enfim, vale a pena ver e discutir os vários aspectos tratados no filme. Outra estratégia é passar um filme escolhido pela turma e pedir um resumo, funciona muito bem, e aqueles alunos que aparentam ter dificuldades na escrita nos surpreendem com essa atividade. Bom, é isso ai. Eu acredito tanto nisso que acabei comprando um projetor. Show!!!





quarta-feira, 21 de março de 2012

Choro ou chorinho?

Choro

O gênero conhecido como Choro ou Chorinho, é bem brasileiro, nasceu no século XIX na cidade do Rio de Janeiro, por volta de 1870, derivado de outros ritmos vindos da Europa (Xote, Valsa, Pouca, Mazurca, quadrilha) e da África (Lundu). Seu “criador” ou grande colaborador para que o gênero aparecesse e firmasse foi Joaquim Calado, que teve a idéia de unir ao solo de sua flauta, dois violões e um cavaquinho improvisando livremente sobre a melodia.

Apesar de seu nome trazer a idéia de chorar a música nem sempre é assim. Ela é formada por melodias alegres e de andamento rápido, exigindo domínio do instrumento (estudo e técnica) para sua execução ou improvisação. O Choro tem uma relação muito estreita com a técnica da música erudita e com a malandragem e o improviso da música popular ou do Jazz.

O Choro é uma música de natureza popular e instrumental, tendo uma formação básica de violão de sete cordas, violão, cavaquinho, bandolim, flauta e pandeiro, porém já existem inúmeras adaptações e composições que foram feitas para outros instrumentos ou formações, tais como: para piano, clarinete, saxofones, trombone, marimba, xilofone, para bandas, orquestras, coros etc. É importante destacar que muitos choros foram escritos ou adaptados para instrumentos e/ou canto, como é o caso dos Choros nº 10 de Villa-Lobos para Coro e Orquestra com o tema "Rasga o Coração" de Catulo da Paixão Cearense ou, como é o caso do Brasileirinho, gravado por Carmen Miranda, sendo um grande sucesso na época, e, também, gravado por muitos músicos famosos como Wo Wo Ma (violoncelista) e outros de várias épocas e de toda parte do nosso mundo. Já toquei alguns choros (Tico-Tico no Fubá –Zéquinha de Abreu, Arrasta Pé, Minhas mãos meu cavaquinho e Brasileirinho –todos de Waldir Azevedo) com instrumentos de percussão (marimba e xilofone), e, pode-se perceber que soam muito bem nesses instrumentos.

Quem toca ou escreve Choros são conhecidos como “Chorões”, sendo na maioria compositores e/ou excelentes músicos. Dentre estes Chorões, é importante citar alguns nomes importantes: Chiquinha Gonzaga, Hernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros, Heitor Villa-Lobos, Pixinguinha, João Pernambuco, Donga, Luperce Miranda, Waldir Azevedo, Zequinha de Abreu, Jacob do Bandolim, Paulinho da Viola, Altamiro Carrilho, Radamés Gnatalli, Hermeto Paschoal etc. Também gostaria de deixar aqui o nome de Paulo Costa e Magdalena Romagnolo, que são grandes amigos, músicos e compositores e que tem uma relação grande de belos choros entre outros estilos musicais que já ouvi atualmente.

Infelizmente, o Choro não é uma música tão popular (ou do povo). Ela não é tão tocada ou ouvida na mídia quanto deveria. Ela é divulgada somente em rádios ou programas que procuram mostrar a música instrumental brasileira, que são poucos. Então, esse gênero musical gracioso acaba ficando um tanto restrito às escolas de músicas, teatros ou algum evento específico que procure divulgar música de qualidade.

Quem sabe no dia 23 de abril, dia do nascimento do compositor Pixinguinha – que definiu a forma musical Choro, e, também, Dia Nacional do Choro muitos possam tocar, assistir e relembrar desse nosso precioso gênero musical, que hoje é mais erudito do que popular.

Autor: Acácio Rodrigues Filho

Pólo de Itapetininga

Depois de ler esse excelente texto do Acácio, que tal assistir um vídeo? Já é, tá na fita.

terça-feira, 20 de março de 2012

Pintando com o dedo

Trabalhar com a cor não é uma tarefa tão simples assim, afinal envolve tinta, espaço e um pouco de sujeira. Mas, como não trabalhar com elas? As cores estão em tudo o que vemos e no que não vemos, não podemos ver o ultra-violeta e nem o infra-vermelho, elas estabelecem a fronteira do mundo visível. Só podemos ver as cores, ou fisicamente falando, as ondas visíveis que estão contidas nesse intervalo. Através de equipamentos sofisticados, nós podemos ver um pouco mais, como o aparelho de raios-X, ele nos fornece uma imagem daquilo que não podemos ver. Dá só uma olhadinha nesse post, está show.







Os alunos do 6º ano da Escola Rogelma esperimentam a misturas das três cores primárias, eles usaram gouche e os dedos para misturar as cores. Ficou show!



A luz branca (do Sol) é composta de todo o epectro visível, são sete cores, podemos confirmar isso com o arco-íris, ele é lindo.

Colagem - Criatividade e fusão

Os alunos adoram fazer as colagem, com elas podemos viajar e criar um monte de imagens surreais. O trabalho abaixo é do 3º ano da Escola Rogelma, o tema: "Qual é eu seu conceito de selvagem?". Ficou bem legal e tirou nota máxima. Parabéns para a duplinha de meninas que fez, vocês capricharam. No final eu "colei" um vídeo que fez muito sucesso na minha geração (80), espero que gostem, o tempo é pertinente.






Aqui o vídeo da banda Legião Urbana em "Tempo perdido"

segunda-feira, 19 de março de 2012

Fred, você é fora de série!

Esse post é uma homenagem aos alunos que realmente se interessam pelos conteúdos e participam das aulas, como Frederico do 7º ano. Esse garoto é fora de série, espetacularmente educado e atento ao que o professor fala nas aulas. Fico sem palavras para dizer o quanto eu te admiro Fred, você e esse espetacular 7º ano da Escola Rogelma, uma escola com "E" maiúsculo. Obrigado Fred por ser assim, tão competente e legal, posso te dizer que estar na sala com alunos como você é um privilégio.






Frederico expõe o seu magnífico trabalho, sensacional!
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45.000 acessos!!!

Valeu galera, vocês são o motivo de tudo estar dando certo, obrigado pela confiança e continuem assim, visitando o nosso blog! Como sempre falo, o blog está aberto as críticas e opiniões, e quem quiser fazer uma exposição virtual é separar os trabalhos e entregar para mim. Valeu e muito obrigado.



Estou muito feliz e animado com a participação de vocês, mais uma vez muito obrigado!

domingo, 18 de março de 2012

Atividade de desenho - Sempre funciona?

Muitos alunos acham que as aulas de artes são aulas de desenho, apenas isso. Bom, seria muito simples se fosse assim, mas não é. Desenhar e observar as formas são apenas pontos, bases nas aulas de artes visuais. Onde abordaremos a expressão corporal, vocal e expressiva? Então, desenhistas de plantão, abram as suas mentes, cantem, dancem e façam uma grande performance nas nossas aulas, o espaço das aulas de arte serve para isso, serve para todos e todas as formas de expressão. Com vocês alguns desenhos e atividades de desenho que podem funcionar:




Quando estamos dando a matéria no quadro, o texto, podemos dar uma pausa e desenhar o que está sendo dito, o que está sendo abordado pelo texto. Costuma funcionar e é um descanso da copiação.





Podemos também trabalhar com a quadrícula, dessa maneira nós ilustramos o que já foi dado no texto, facilitando assim a sua fixação e criando uma oportuna atividade de desenho. A quadrícula ajuda aos iniciantes no desenho.




Colorir é sempre uma atividade relaxante, não é desenho mas está sobre um, que precisa ser entendido e fixado, funciona sempre. Parabéns a todos os trabalhos expostos nesse post, estão maravilhosos.


Exposição da Estéfany

Hoje nós começamos uma nova série, os alunos com o caderno em dia ganharão uma exposição virtual no nosso blog. Estou até pensando em abrir um link para isso, vai depender muito mais de vocês do que de mim. Enfim, com vocês a aluna Estéfany do Varella - turma 802:






terça-feira, 13 de março de 2012

Colcha de Retalhos

Esse post é uma colcha de retalhos, parece organizado mas, na verdade, foram as fotos que eu não consegui postar a tempo, ou não consegui me lembrar da turma ou do dia da atividade. Não é fácil lembrar de tudo, ainda tem aluno que fica chateado comigo só porque eu não me lembro do nome dele. Como? Eu só dou aula para ele já fazem 4 anos... Shiiiii. Enfim, pulando essa parte do meu esquecimento e um pouco de organização, vamos ao que interessa, os trabalhos dos alunos:












Fui............


segunda-feira, 12 de março de 2012

Modernismo e Semana de 22

O modernismo no Brasil tem como marco simbólico a Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, no ano de 1922, considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento - organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência - declara o rompimento com o tradicionalismo cultural associado às correntes literárias e artísticas anteriores: o parnasianismo, o simbolismo e a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país fazem do modernismo sinônimo de "estilo novo", diretamente associado à produção realizada sob a influência de 1922. 

Nossos alunos trabalham com a releitura de obras famosas, aqui trabalhamos com Tarsila do Amaral:



Aqui o original

Quer experimentar?


Olha só esse aqui, maneiríssimo!


Fique por dentro, assista ao vídeo, tenho certeza que vai gostar.